A história do carpinteiro, Raimundo Regis da Silva, porém conhecido como Raimundo Expedito, um dos maiores artista, nativo de Pontal de Maceió, Fortim.
Um jovem que começou bem cedo começou a trabalhar, a ajudar seus pais, vindo de uma família humilde de agricultores, mas que decidiu seguir uma profissão um pouco diferente daqui seus pais e avós seguiam. Aos 16 anos de idade, através dos ensinamentos básicos de carpintaria de seu pai o jovem começou a trabalhar na construção de pequenos botes e jangadas para uso dos pescadores locais e das redondezas próximas, com a dificuldade daquela época trabalhava as margens do Rio Jaguaribe, sem abrigo do sol, aqui mesmo na cidade de Fortim.
Todo o processo era feito à mão, mas com o passar dos anos e com o aprimoramento de trabalho conseguiu um espaço e alguns equipamentos que auxiliaram na produção de seus barcos e moveis, assim começando a produzir navegações de porte maior, seu trabalho tomou forma e reconhecimento, sempre pôs muita dedicação e amor em suas embarcações, seu trabalho é conhecido e recomendado por todos, por sua qualidade e transparência. Uma de suas maiores embarcações tem a denominação de Nayara, um barco de passeio turístico que mede aproximadamente 13 metros de comprimento, esse barco se encontra na comunidade da Barra as margens do Rio Jaguaribe.
Pai de 3 filhos todos criados com o sustento de seu trabalho, desde cedo seus filhos também seguiram os caminhos de pai, porém com o tempo também escolheram seus caminhos e suas profissões, atualmente somente um de seus filhos trabalha com ele. Mas é feliz pela decisão de seus filhos, tem muito orgulho do que eles se tornaram, pessoas de bem assim como ele.
Entretanto o senhor Raimundo deixa uma mensagem aos jovens, ao Lamentar muito pelas escolhas que a geração atual faz, por não ter empenho em trabalhar, não somente na área de carpintaria, mas em geral, nem mesmo buscar por conhecimento. Ele mesmo teria um prazer enorme em lesionar para os jovens e outras classes de idade, que tenham o desejo de aprender esse trabalho incrível de transformar madeira bruta em arte, e assim manter o seu legado de construção de barcos, jangadas de corrida entre outros produtos, feitos pelas mãos deste artista.
Entrevistado por Alida Karakushi,
Entrevista retomada Vitoria Carolina Santos,
Fotografado por Marcilio Quinaher,
Entrevista em vídeo original por João Batista de Oliveira Nunes











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